sexta-feira, 20 de novembro de 2015

20 de Novembro

20 de Novembro 2015
      Caros irmãos aqui vai um pequeno e grande ato de indignação.
        Será que vivemos em um país democrático?
        Analise e crie sua resposta.
        Exemplo. São Paulo hoje é feriado. A Bahia que é um Estado com um contingente de negro tão grande não é respeitado. Onde foi parar o decreto criado pelo ex-presidente Lula?
          O negro parece não ter direito de descasar, fazer uma apresentação, ficar com sua família ...
           Esse é o nosso Brasil. Brasil da corrupção e dos arcadores dos rombos nos cofres públicos ( nós, que temos que pagar pelo que não fizemos). Fica aqui o meu lamento.
Poeta 20112015


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ser um cidadão educado, é a certeza que teve uma família ao seu lado.

Ser um cidadão educado, é a certeza que teve uma família ao seu lado.

A educação precisa ser levada a sério. este Juiz não foi dez, foi e é 1000.
Juiz nega dano moral a aluno que teve celular tomado em sala de aula
"O professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe."
As palavras acima são do juiz de Direito Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª vara Cível e Criminal de Tobias Barreto/SE, ao julgar improcedente a ação de aluno em face de professor que tomou seu celular em sala de aula.
De acordo com os autos, o docente retirou o aparelho do aluno, que ouvia música com fones de ouvido durante sua aula. O menor, representado por sua mãe, ajuizou ação para pleitear dano moral, para reparar seu "sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional".
Ao analisar o caso, o juiz Eliezer solidarizou-se com a situação dos professores.
"Ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma".
Afirmou, então, que o aluno descumpriu norma do Conselho Municipal de Educação, que veda a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.
Para o magistrado, não houve abalo moral, uma vez que o aluno não utiliza o aparelho para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade.
"Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os "realitys shows", a ostentação, o "bullying" intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira."
Por fim, o juiz prestou uma homenagem aos docentes.
"No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu "múnus" com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor."
·         Processo: 201385001520
Confira a decisão